Vindima.
No Monte da Raposinha o rigor começa logo na vindima onde é feita uma primeira selecção das uvas
sendo estas criteriosamente colhidas à mão, para caixas de aproximadamente 15kg, transportadas imediatamente depois para a adega.
 
 
 
Recepção da uva na Adega.
Depois de colhidas as uvas vão para a adega onde, numa segunda selecção,
passam pela mesa de escolha sendo depois desengaçadas (separa-se a uva do cacho) e ligeiramente esmagadas.
Terminado que está este processo, a massa vínica é, através da bomba de massas, colocada nas cubas de fermentação e lagares multifunções.
 
 
    Fermentações e trabalhos de adega.
Recebida e acondicionada a uva, começa então a primeira fermentação, a alcoólica,
transformando-se os açúcares em álcool, sempre em temperatura controlada e sob olhar atento da equipa de adega.
Nesta fase são também feitas as primeiras análises químicas de maneira
a controlar sempre os valores e estabilidade do mosto.

 

 
Escolha e determinação de Lotes.
 Depois de várias operações e terminada que está a fase de vinificação, é tempo de, consoante a qualidade e proriedades das diferentes castas, determinar quais os lotes a fazer para esse ano de colheita.
São assim separados e escolhidos os lotes a integrar nas diferentes gamas da colheita,
bem como aqueles que irão, durante mais algum tempo, evoluir em barricas de carvalho francês, ganhando novas características e capacidade de estágio e envelhecimento em garrafa.
 
 
Engarrafamento e Rotulagem.
Feitos os lotes, terminado, estabilizado e certificado o vinho, chega a última fase, o engarrafamento e rotulagem.
Aqui entra uma nova figura em jogo, a cara dos vinhos, os rótulos e a imagem/impressão que estes transmitem ao consumidor final.
Alguns de consumo rápido, outros mais indicados para envelhecimento em garrafa, mas todos com o propósito de marcar o consumidor.